CRÉDITO: RAFAEL AMORIM, EXCLUSIVO PARA A REVISTA UFO
SAIBA MAIS
Acasalamento entre os deuses extraterrestres e mulheres humanasO processo de recusa mental das vítimas de abdução alienígenaO que o Espiritismo fala da vida neste e em outros planetas
O universo, diz a ciência, tem cerca de 14 bilhões de anos de existência. Nosso planeta, cerca de 4,5 bilhões de anos. Os primeiros hominídeos, aproximadamente 2 milhões de anos, e o Homo sapiens, algo em torno de 40 mil anos. Sabemos, também por meio da ciência, que a Terra passou por cinco grandes extinções em massa e que, em razão delas, a vida foi adquirindo novas formas e mecanismos de adaptabilidade. Há, porém, sobre esse assunto, mais perguntas do que respostas, uma vez que não se encontraram, ao menos por enquanto, provas fósseis que possam preencher todas as lacunas existentes na história da evolução das espécies.
O que podemos afirmar é que a vida se adapta às condições ambientais e que o fenótipo das criaturas está intrinsecamente ligado ao meio em que se desenvolvem. Assim, altura, distribuição de peso, proporções físicas, quantidade de pelos, presença de exoesqueleto, posicionamento dos olhos, tipo de narina e mais uma infinidade de outras características são moldadas, ao longo das eras, para que os indivíduos tenham maiores chances de sobrevivência. Também influi na aparência e proporções físicas a taxa gravitacional do ambiente, a proximidade em que um planeta está de sua estrela e a estrela em si, com o tipo de luz que emite. Isso vale para todos os seres vivos da Terra.
Com base nesses dados, podemos inferir que o universo deva abrigar muitos tipos de criaturas que para nós pareceriam estranhas e até assustadoras. Algumas mais altas, outras mais baixas, finas, largas, com escamas, com exoesqueleto, com vários olhos e vários membros e de todos os tons de pele, dependendo do tipo de pigmento que a vida precisou desenvolver para sobreviver — e mais uma infinidade de variações que sequer podemos imaginar. Assim, por mais esquisito nos possa parecer, não há, a priori, nada que impeça que existam planetas com seres-lagarto, seres-peixe, seres-insetos.
MUITOS MUNDOS, MUITAS VIDAS
Bem, mas se nada há que impeça diferentes configurações físicas universo afora, a questão, então, passa a ser a possibilidade desses seres terem evoluído, desenvolvido raciocínio lógico e alcançado um ponto tal de conhecimento que lhes permitisse, primeiro, desenvolver conhecimento científico e, segundo, evoluí-lo ao ponto de sair de seu próprio planeta e alcançar o espaço, explorando-o. Novamente, a priori, e dadas as condições certas, nada há que impeça a vida inteligente de existir em outros locais e nem que a inteligência dessa vida lhe permita estar muitos anos à nossa frente. Basta que tenha se organizado alguns milhares de anos antes de nós. Além disso, que provas nós temos de que a maneira como nossa inteligência funciona é igual para todas as espécies do universo? Quem disse que somos o padrão para alguma coisa?
Em dezembro de 2014, o coeditor da Revista UFO Thiago L.
O que podemos afirmar é que a vida se adapta às condições ambientais e que o fenótipo das criaturas está intrinsecamente ligado ao meio em que se desenvolvem. Assim, altura, distribuição de peso, proporções físicas, quantidade de pelos, presença de exoesqueleto, posicionamento dos olhos, tipo de narina e mais uma infinidade de outras características são moldadas, ao longo das eras, para que os indivíduos tenham maiores chances de sobrevivência. Também influi na aparência e proporções físicas a taxa gravitacional do ambiente, a proximidade em que um planeta está de sua estrela e a estrela em si, com o tipo de luz que emite. Isso vale para todos os seres vivos da Terra.
Com base nesses dados, podemos inferir que o universo deva abrigar muitos tipos de criaturas que para nós pareceriam estranhas e até assustadoras. Algumas mais altas, outras mais baixas, finas, largas, com escamas, com exoesqueleto, com vários olhos e vários membros e de todos os tons de pele, dependendo do tipo de pigmento que a vida precisou desenvolver para sobreviver — e mais uma infinidade de variações que sequer podemos imaginar. Assim, por mais esquisito nos possa parecer, não há, a priori, nada que impeça que existam planetas com seres-lagarto, seres-peixe, seres-insetos.
MUITOS MUNDOS, MUITAS VIDAS
Bem, mas se nada há que impeça diferentes configurações físicas universo afora, a questão, então, passa a ser a possibilidade desses seres terem evoluído, desenvolvido raciocínio lógico e alcançado um ponto tal de conhecimento que lhes permitisse, primeiro, desenvolver conhecimento científico e, segundo, evoluí-lo ao ponto de sair de seu próprio planeta e alcançar o espaço, explorando-o. Novamente, a priori, e dadas as condições certas, nada há que impeça a vida inteligente de existir em outros locais e nem que a inteligência dessa vida lhe permita estar muitos anos à nossa frente. Basta que tenha se organizado alguns milhares de anos antes de nós. Além disso, que provas nós temos de que a maneira como nossa inteligência funciona é igual para todas as espécies do universo? Quem disse que somos o padrão para alguma coisa?
Em dezembro de 2014, o coeditor da Revista UFO Thiago L.
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